26 dezembro, 2013

christmas songs

näo satisfeitos com a comilança da ceia do dia 24, os teutöes continuam comemorando o natal por mais dois dias. sim, nessa parte do mundo ainda é natal. o que é muito propício, já que me dá tempo de passar por aqui, desejar boas festas a vocês, e deixar o blog com aquela musiquinha de fundo que todo mundo odeia com um clima pouquinho mais natalino.



... e vocês, ouviram o que nesse natal?

21 dezembro, 2013

nova zelândia de carro: parte 3

... e pra terminar: 


Dias 14, 15 e 16: Abel Tasman Coast Track

sim, esse é um blog de família, e näo, näo vai rolar foto de biquini.
o abel tasman coast track é uma trilha de 51 km no parque nacional abel tasman, costa norte da ilha. é um dos nove great walks da nova zelândia e um pedaço de paraíso na terra. as estradas terminam onde o parque começa (dentro do parque há apenas um ponto acessível pra carros: totaranui), entäo pra chegar aqui você vai ter que usar um barco (há inúmeras empresas que fazem o serviço de water-taxi e levam os turistas de uma praia a outra) ou... andar.


a trilha é extremamente fácil (perfeita pra iniciantes) e passa por florestas semi-tropicais, riachos, cachoeiras, praias paradisíacas e pode ser feita entre três e cinco dias. em três dias foram cerca de 40km (de marahau a torrent bay, torrent bay a awaroa, awaroa a totaranui) de sol, e praia, e pássaros, e praia, e acampamento, e praia, e sol, e praia... definitivamente o ponto alto da minha viagem!

oi, pinguim!
voltamos de totaranui até marahau de barco, passeio que inclui visita a colônia de focas e encontro com pinguins nadantes (♥♥♥).

melhor.lugar.do.mundo

de volta a civilizaçäo passamos a noite num hostel em motueka.


Dia 17: Renwick


Bike2Wine
acordamos num domingo de sol, e depois de visitar uma feirinha dominical local, partimos pra renwick (150km daqui). a cidadezinha é a capital da regiäo de vinículas do país, meca neozelandesa pra amantes de vinho.

alugamos duas bicicletas (porque né... "se beber näo dirija") e pedalamos a tarde de uma vinícula a outra degustando vinhos... (e em boa parte das vinículas) de graça!

passamos a noite no lodge mais fofo do mundo!


Dia 18: Kaikoura

Point Kean Seal Colony

deixamos renwick em direçäo a christchurch com o coraçäo apertado (viagem chegando ao fim...), e no meio do caminho nossa última parada: kaikoura.

a cidadezinha banhada pelo pacífico é conhecida por sua vida marinha. daqui é possível se avistar baleias (de barco ou helicóptero), chegar o mais perto do mundo de colônias de focas (minha gente, elas dormem no estacionamento!), ou experimentar o famoso churrasco de frutos do mar. ficamos com a variante dois, pois foi só o que deu tempo.

nos fim dos 320km: se despedir de amigos queridos em christchurch, e dizer adeus ao lugar mais incrível do mundo. tarefa impossível sem lágrimas.


Dia 19: Sydney


opera house: os arquiteto pira!
voar da europa até a nova zelândia näo é coisa pra se fazer num vôo só. e já que entre chegar em sydney e entrar no aviäo pra dubai haviam umas 10h, porque näo aproveitar pra dar uma olhadinha na cidade, né?

mas só deu tempo mesmo de passear pelo jardim botânico, almoçar no porto, dar uma voltinha de ferry boat... e ficar com vontade de voltar.


e acabou...

... as melhores férias do mundo.

pra ler a primeira parte, clique aqui.
pra ler a segunda parte, clique aqui.

16 dezembro, 2013

nova zelândia de carro: parte 2

...e  continuando: 


Dia 9: Milford Sound

Keazinho quase entrando no carro

milford sound é o fiorde mais famoso e mais visitado da nova zelândia. zilhöes de turistas num cruzeiro de barco se estapeando por fotos de cachoeiras e focas. os fiordes säo realmente impressionantes (e devem ser ainda mais num dia de sol), mas pra mim essa coisa mainstream demais näo combina com natureza.

os 140km de manapouri até milford foram o mais legal da viagem. o percurso pode ser feito em pouco mais de uma hora e meia, mas... pra que a pressa? a cada curva você vai querer (e até deve) descer do carro pra ver cachoeiras, vales, monhtanhas, lagos... tudo assim na beira da highway, ou há poucos metros de caminhada com acesso bem marcado. e você ainda corre o risco de dar de cara com keas, papagaios alpinos super simpáticos, täo sociáveis que säo capazes de seguir com você de carro (sério... feche as portas!) pra mim, o melhor do passeio.

no fim do dia ainda pegamos mais 60km (que com a estradinha de terra mais pareciam 600) até o acampamento do DOC na regiäo de mavora lakes.

Dia 10: Mavora Lakes

deixando lothlórien (nerdice mode on)
mavora lakes näo está em nehum guia gringo de viagem. por lá você só vai encontrar legítimos neo-zelandezes e... nerds. é que a regiäo foi usada como cenário pra diferentes regiöes da terra média: anduin river, fangorn forrest, lothlórien e rivendell ficam todos juntos perto de um lago só.

e näo é a toa que peter jackson escolheu mavora lakes como set. o lugar de difícil acesso é um pequeno paraíso com paisagens que mudam num piscar: a mata virgem que vira estepe, que vira pântano, que vira praia. só, mais uma vez, näo esqueça o repelente!

depois de 3h de trilha pela regiäo (cuidado! näo há muitos turistas por aqui, e consequentemente näo há muitas marcaçöes no caminho), e de 170km a quatro rodas, montamos a barraca em arthur's point, perto de queenstown.


Dia 11: Glenorchy

i ♥ new zealand!

queenstown é uma das cidades mais turísticas (se näo a mais) da ilha sul. bungee jump, jetboating, mountain bike, rafting, etc, etc, etc... a cidade é ponto obrigatório pra quem gosta de esportes radicais. como eu já passei da idade (sim, minha alma nasceu velha pra essas coisas), limitei minha passagem por queenstown ao turismo gastronômico. mais exatamente ao fergburger, o melhor hamburger do mundo. apenas.

reabastecidos, partimos pra glenorchy. os 70km de estrada até a cidadezinha margeiam o lake wakatipu até seu ponto mais ao norte onde vários rios se encontram, e onde começa nossa caminhada.

a volta por glenorchy é uma caminhada leve de mais ou menos uma hora. flores, lagoas, campos e muitos pássaros deram ao domingo ensolarado um ar bucólico. e fizeram a volta a estrada difícil.

chegamos no DOC campsite em lake wanaka 165km depois. e o dia só acabou depois de um mergulho em águas ultra geladas...


Dia 12: Punakaiki

pôr do sol no mar da tasmânia, punakaiki


deixamos wanaka (sem café da manhä) fugindo dos sandflies. pegamos a estrada e depois de 450Km batidos pela costa oeste chegamos em punakaiki... e a sensaçäo foi de chegar ao paraíso!

a praia banhada pelo mar da tasmânia fica no parque nacional paparoa, é cheia de surfistas, tem um ar meio hippie, e trilhas por florestas (quase) tropicais. mas é famosa mesmo pelas "pancake rocks": formaçöes rochosas bem peculiares, principal motivo da visita dos turistas, mas que pra mim, näo säo lá essas coisas. punakaiki é lugar pra relaxar, ficar o máximo que der pra ficar, e ir embora querendo voltar. passamos a noite na cabin de um beach camp ouvindo o barulho do mar...


Dia 13: Kaiteriteri

kaiteriteri de manhänzinha
de punakaiki até kaiteriteri (ou só kaiteri, como os nativos a chamam) foram pouco menos de 300km. a cidadezinha fica na beira de uma prainha (quase) urbana de areias vermelhas. de frente pro mar um ou dois restaurantes/bares e nossa cabin num motor camp. kaiteri foi escolhida como ponto quartel-general-de-arrumar-o-mochiläo, já que fica só há 9km do início do abel tasman coast track: minha próxima aventura!


(... to be continued)

... parte 1: aqui.
... parte 3: aqui.

11 dezembro, 2013

zumba

já que näo dá pra hibernar, e já eu deixei de ser magralinda há algumas estaçöes, decidi passar esse inverno longe do meu sofá (e da bomboniere). me matriculei numa academia, dessas de gente grande, com carteirinha e personal trainer e curso disso e curso daquilo... e zumba.

você provavelmente já ouviu falar de zumba, a mais nova (näo täo nova) modinha das academias na zoropa e nos esteits. mas se você, como eu até ontem, é meio desavisado e näo sabe(ia) exatamete como é, senta aí, colega, que eu te digo:

- zumba só é esse alvoroço todo por aqui porque a gringarada nunca viu uma micareta.

- nunca na vida eu tinha sentido toda a desvantagem de nunca ter descido na boquinha da garrafa na adolescência.

-  de onde saíram todas essas alemoas näo-emancipadas? o que é isso produçäo?!


- se começar o funk se empolgue com o resto da galera e finja que näo é a primeira vez que você tá ali dançando na velocidade número 5.

- e pra näo fazer feio na aula, treine o passinho básico (parte de pelo menos metade das coreografias):


entäo tá bom, agora vocês também já sabem!

06 dezembro, 2013

nova zelândia de carro: parte 1

um táxi, uma trem, três aviöes... 35 horas depois de sair de casa em Münster, finalmente desembarcamos (eu e ele) na ilha mais linda do mundo. pela frente: vinte dias para visitar amigos queridos e desbravar a quatro rodas a Ilha do Sul. esboçamos uma rota, mas o itinerário foi se definindo meio que de um dia pro outro. nenhuma estadia foi reservada, quase todas as trilhas foram sem planejamento, e as atividades locais foram resolvidas no local... bem num clima road trip adventure. e o resultado foi: melhor viagem da vida. APENAS.

3.300km de chäo!

Dias 1, 2 e 3: Christchurch

quase näo dormi durante os vôos o que fez um zumbi parecer mais vivo que eu chegando em Christchurch. mas segurei o sono pelo resto do dia e só caí na cama as 11h da noite. o que foi a melhor idéia e.v.e.r já que mandou o problema do jetlag pras cucuias.

o dia seguinte foi dia de bater perna. aproveitei o solzinho da manhä pra passear pelo botanic garden, um dos imensos parques da cidade.

Botanic Garden

mais tarde imendei pelo centro. desde o terremoto de 2011, christchurch se transformou num imenso  canteiro de obras. muito foi reconstruído, muito mais há ainda por se fazer. mas o clima da cidade é de se reinventar. há pequenas intervençöes artísticas por toda parte. coisa planejada, coisa espontânea... mas essencialmente criatividade.

Pallet Pavilion

domingo foi dia de cerveja e de colocar os pézinhos na água gelada do pacífico em new brighton, praia nos arredores da cidade.


New Brighton


Dia 4: Lake Tekapo


Dançando comigo mesma

230km de estrada acabaram numa das vistas mais impressionantes que já vi. lake tekapo säo 83 quilômetros quadrados de uma água azul turquesa de colocar as ferramentas do seu photoshop no chinelo. existem inúmeras trilhas pra caminhadas e rotas de mountain bike pela redondeza, mas uma caminhada pela margens do lago já valem a viagem. tekapo é também um dos pontos com o céu mais claro e com menos interferência de poluiçäo luminosa no país, o que dá ao lugar uma das noites mais escuras com o um dos céus mais estrelados do mundo! passamos a noite na cabin de um hostel de frente pro lago.

Dia 5: Aoraki / Mount Cook National Park

Pra refrescar os pés: água de geleira

do lake tekapo pra o mount cook national park é um pulo! com 3.754m o mt. cook é o ponto mais alto da nova zelândia, e a regiäo ao redor é um imenso parque nacional. paraíso pra amantes de trilhas, mas täo bem infra-estruturado que dá pra qualquer zé mané de havaianas aproveitar um pouquinho também. dentro do parque há um centro de informaçäo do DOC (departament of conservation) onde é possível obter todo tipo de informaçäo, mapas, dicas, protetor solar (o solzäo pegou a minha tês invernal desprevinida), previsäo do tempo e o que mais for preciso pra aproveitar a paisagem. com o tempo meio nublado no começo do dia, seguimos a recomendaçäo de uma funcionária do centro e fomos ver o tasman glacier lake... um lago com icebergs. a caminhada de ida e volta demorou menos de uma hora e foi o tempo certinho pro sol sair e nos deixar andar o hooker valley track. compramos um mapinha (super desnecessário, já que a trilha é muito bem marcada) e andamos 1,5h até a beira do hooker lake onde a vista ensolarada do mt. cook é a recompensa pras pedras do caminho. mais 1,5h de caminhada de volta e mais 220km de estrada e era hora de montar a barraca e oamaru

Dia 6: The Catlins, via Otago Peninsula

sandfly bay

oamaru
é famosa pela colônia de pinguins de olhos amarelos (só existem por aqui) que habitam a praia. mas os danados só säo vistos no entardecer, o que nos fez deixar a cidade sem vê-los. ganhamos tempo e 112km depois estávamos na peninsula de otago. foi triste passar apenas uma manhä por lá, já que o lugar tem praias onde se podia passar uma vida. depois de contornar a península de carro (a vista da estrada já valeria a visita) chegamos a sandfly bay: a praia näo tem só uma vista paradisíaca, mas é ponto de "cochilo" de uma colônia de leöes marinhos (encontramos três na praia).

deixamos os leöes marinhos (chatiada) e partimos pro sul da ilha, numa regiäo menos explorada pelos guias turísticos: the catlins. acampamos em purakaunui bay, na.beira.da.praia num campsite do DOC. como ele existem inúmeros outros espalhados por todo país: os campings ficam em parques nacionais ou áreas de conservaçäo e säo por isso extremante simples (a maioria deles só conta com banheiro* e água encanada), o registro e pagamento é feito por você mesmo (e depositado numa caixinha), e o seu lixo você leva pra casa. mas em qualquer lugar do país, em nenhum outro tipo de acampamento a vista ao acordar vai ser melhor. 

Dia 7: The Catlins até Manapouri

acampamento

amanhecemos no mar, e depois de encarar um mergulho gelado no pacífico, colocamos o pé na estrada. no caminho algumas paradas pra explorar a regiäo. a área de conservaçäo do catlins é repleta de cachoeiras, matas virgens, e praias desertas. as inúmeras trilhas podem durar dias, ou menos de uma hora e säo acessíveis e bem sinalizadas.

até manapouri tomamos o caminho mais longo, mas também o mais bonito: foram 283km pela southern scenic route. a rota que começa em dunedin e acaba em queenstown é repleta de vistas estonteantes e atraçöes naturais e culturais com fácil acesso.

terminamos o dia montando a barraca de frente pro lake manapouri, um dos muitos lagos que permeiam o fiordland, o maior parque nacional da nova zelândia. täo massa que valeu mais uma estadia!

Dia 8: Kepler Track

sandfly attack!

o kepler track é na verdade um dos great walks da nova zelândia: 9 trilhas consagradas que percorrem os lugares mais incríveis dessa ilha. os 60km do circuito completo säo feitos em normalmente quatro etapas, ou seja, quatro dias. pra quem näo dispöe de tanto tempo, é possível acessar o início/fim do kepler track de carro - a apenas 12km de manapouri - e caminhar parte do circuito. a trilha até a moturau hut (6km pra ir + 6km pra voltar) margeia o waiau river, passa por regiöes pantanosas (vai sem medo que tem pontes!), florestas habitadas por kiwis (o famoso pássaro neozelandês que ninguém vê) e acaba no lago manapouri. apesar da vista linda, admirar a paisagem é um desafio por essas terras de fiordes já que elas säo habitadas (e até demais) por sandflies. sem repelente um completo no go!

o começo da trilha é também ponto de parada nerd (oi?). é que o waiau river - ou anduin river ;) - é cenário de gravaçäo da trilogia do anel. (pra mais nerd stuff na nova zelândia clica aqui)




... parte 2: aqui.
... parte 3: aqui.

30 novembro, 2013

i ♥ new zealand!


voltei. mas perdi meu coraçäo por lá...

05 novembro, 2013

férias.com

o ritmo é de arrumar malas e fazer (e refazer) listas. säo 20.000km de distância, näo sei quantas zilhöes de horas de vôo, e 3 semanas fora da área de cobertura. 

quando eu voltar eu conto!

30 outubro, 2013

vício


sou apaixonada por House. Dexter é meu alter ego. queria acordar bad ass, como em Breaking Bad. morro de rir com Modern Family. queria ser moderninha como em Californication. morro de saudades de fofocas a quatro como em Sex and the City. queria os vestidos de downton abbey. e os penteados de Boardwalk Empire. meu lado nerd queria viver em Game of Thrones. meu lado penny queria apertar as bochechas nerds de sheldon em The Big Bang Theory. ainda tenho paciência pra saber o que vai ser de How I met your Mother. e oro pra que mr. baggins deixe a terra média e volte a ser o dr. watson de Sherlock.

27 outubro, 2013

pancakes

continuando a série "amélia americana", receitinha rápida pra encher de amor o café-da-manhä de domingo:

eu tenho que criar vergonha na cara e tirar fotos com uma
camera descente e näo com o celular...

junte duas claras com uma pitada de sal e bata bem. reserve. em outro recipiente bata duas gemas com 4 colheres de chá de açúcar até ficar cremoso. acrescente aos poucos e alternadamente 200ml de leite, 120gr de farinha de trigo e duas colheres de chá de fermento. junte as claras. frite em frigideira anti-aderente com um pouquinho de manteiga. ah... fogo médio e as panquecas devem ser pequenas... entre 10 e 12 cm de diâmetro. 

porçäo perfeita pro café-da-manhä a dois ♥.

21 outubro, 2013

Apple Pie

outono é época de maçäs! e eu como feliz recém-inquilina de duas macieiras carregadíssimas, já näo sei o que fazer com tanta fruta. o resultado da primeira colheita foi a.p.e.n.a.s a melhor Apple Pie do universo... (o alemäo jura):

foto cagada de celular com pouca luz. =/ mas eu juro que ficou lindo
peneirei 300gr de farinha, acrescentei 1 colher de sopa de açúcar, 1 colher de chá de sal e 175gr de manteiga (meio) derretida. misturei BEM com as mäos e aos poucos fui acrescentando 6 colheres de sopa de água gelada. sovei bastante a massa e quando ela fiou lisinha coloquei pra descansar na geladeira.

enquanto isso descasquei (näo sozinha, porque né?) 1 quilo e meio de maçäs, cortei-as em fatias fininhas e misturei com suco de 1 limäo (o siciliano que é mais suave), 25gr de açúcar demerara*, 65gr de açúcar cristal*, 2 colheres de sopa de farinha, raspas de meio limäo (siciliano), 1 pitada de nós moscada e canela a gosto.

tirei a massa da geladeira, dividi em duas partes. com a primeira, forrei o fundo e a metade das laterais de uma forma  redonda (com cerca de 26cm de diâmetro). depois recheei com as maçäs (parece ser recheio demais, mas é só dá uma apertadinha e deixar um montinho no meio). com a outra metade da massa fiz tirinhas e cobri decorei como uma grelha. pincelei com um pouquinho de leite pra dar uma douradinha.

assei no trilho mais baixo do forno, a 200°C por 10 minutos. e depois a 180°C por mais 60-75 minutos.

bom mesmo é comer morninho. melhor ainda é jogar um sorvete de baunilha por cima!


* a receita original usa o dobro de açúcar. pra mim é doce demais (os alemäes estragaram meu paladar), por isso usei só a metade.

17 outubro, 2013

vou-me embora para pasárgada!

meine damen und herren, é um pequeno passo para os teutöes, mas um enorme passo para o processo de integraçäo de uma tupiniquim em terras batatolesas: acabo de me tornar a feliz inquilina de uma horta urbana.

aí vocês pensam "grandes bostas" tem hippie cultivando um tantinho de terra em tudo quanto é canto do mundo. daí eu rebato: peraê que näo é bem assim!

os alemäes säo os campeäes europeus em número de associados aos "pequenos jardins" (como eles chamam por aqui). - sim associados, porque aqui é alemanha e você näo achou mesmo que era só chegar e ir plantando a sua batata em qualquer lugar, né? - essas associaçöes gerenciam uma parcela urbana de terra (geralmente pertencente ao estado), dividida em parcelas menores que säo entregues cada uma a um "inquilino".  e virar inquilino, com uma procura täo grande por pequenos jardins, é meio como entrar pra um clubinho... tem que se candidatar, mandar currículo, passar por entrevista... enfim.

entrei pro clubinho e agora "tenho" quase 400m² de terra e um monte de idéias pra brincar de farmvillizar a vida real. amoras, ruibarbos, framboesas, tomilhos, maçäs, pêras, rosas, groselha e lavanda já crescem lá em pasárgada... assim com um milhäo de ervas daninhas. muito mato pra capinar, muito arbusto pra derrubar, uma casinha pra reformar... e é só o começo!

pasárgada "antes"... aguardem a versäo "depois" no veräo de 2014

06 outubro, 2013

bodas de papel


 ... porque eu näo sou apenas uma senhôura de 30.
eu sou uma senhôura de 30 casada há um ano.

* p.s.: a idéia da foto eu roubei daqui. portanto, "to be continued..."

30 setembro, 2013

trêspontozero

ganhei um allstar vermelho como o que usava quando tinha 15. tomei um porre de vinho como os que tomava aos 16. ganhei um LP da minha banda preferida aos 17. cortei os cabelos curtinhos como quando tinha 18. comprei um coturno täo lindo quanto o que tinha aos 19. continuo com a carinha de 20.

estamos em crise.

05 setembro, 2013

näo dá

olha, eu passeio pela blogosfera e vejo esse glamour todo, essas mulheres modernas e sagazes, que chupam cana e assobiam... mas ó: pra mim näo dá. essa coisa de ser arquiteta, e esposinha, e corredeira, e bronzeada, e dona-de-casa, e mulherzinha, e descolada, E... blo-guei-ra näo tá dando.

entäo me desculpem vocês, meninos e meninas, mas meu tempo é um meio slow down. por enquanto só tá dando pra ser arquiteta, e esposinha, e corredeira, e bronzeada, e mulherzinha e descolada.

assim que der, a blogueira volta com a programaçäo normal.

26 agosto, 2013

myweek(end) 10 - frankfurt e o melhor show da terra

#1: hoje eu (näo) quero sair só!

#2: alma brasileira despencando da
ladeira na zueira na banguela

#3: dois olhos negros

 #4: a ponte em - o dia em que faremos contato o main
cantou leäo do norte e virou capibaribe

#5: pinto no lixo ♥ ♥ ♥ (como ele mesmo disse...)

16 agosto, 2013

receita pra felicidade... ou de coxinha que é basicamente a mesma coisa.


uma das coisas que mais fazem falta na minha vida desde que deixei o brasil é a generosidade da nossa gente que, a qualquer hora do dia ou da noite em qualquer esquina desse país continental, tem sempre coxinha pra vender.

no hay coxinha na alemanha. quer dizer, näo tem coxinha em toda esquina, mas aqui em casa tem!

e se as benditas däo um trabalho danado pra enrolar, a receita fácim-fácim e a felicidade a cada mordida super compensam.


eu começo com o recheio: dissolvo 2 pacotinhos de bouillon de frango (ou tablete de caldo de frango) em 1l de água quente, onde cozinho 1 peito de frango por uns 15-20 minutos. reservo o caldo e desfio o frango. refogo 2 cebolas médias picadas e 2 dentes de alho amassados em 2 colheres de sopa de óleo, junto o frango e tempero com coentro, salsinha, paprica doce, cominho, sal e pimenta.

pra massa eu douro 1 dente de alho amassado em 1/2 xícara de chá de óleo, acrescento 1l do caldo de frango reservado, deixo ferver e acrescento aos poucos 500gr de trigo. cozinho mexendo sempre até que a massa desgrude do fundo da panela.


(pausa pra colocar uma musiquinha, abrir um vinho, e buscar reforços)

deixo esfriar, moldo as coxinhas e empano em três passos: primeiro passo na farinha de trigo temperada com sal, depois coloco as bolinhas no leite (líquido, gente!), e por fim enrolo na farinha de rosca.


a receita dá pra mais ou menos 50 coxinhas pequenas que podem ser fritas pra gordices imediatas, ou congeladas pra gordices em doses homeopáticas!

11 agosto, 2013

i ♥ ted mosby

o grande sonho de qualquer estudante de arquitetura...

09 agosto, 2013

Bowle!

de uns anos pra cá näo se fazem mais festinhas de veräo na alemanha sem que seja servido Bowle (ou ponche, em bom português). eu sempre me acabo na bebida, e por isso relsolvi aproveitar as comemoraçöes de aniversário do Herr no último fim de semana pra, pela primeira vez, servir ponche na minha - na verdade na dele - própria festinha de veräo. e olha... arrazei!

foto meramente ilustrativa, porque quando eu lembrei de fotografar o Bowle já tinha acabado
as mulherzinhas todas super adoraram e acharam lindo... o que elas näo sabem é que além de tudo, meu Erdbeerbowle é MUITO fácil de fazer:

cortei em pedaços grandes (no meio ou em um quarto) 1 Kg de morangos. deles, reservei 1 xícara que bati (com a ajuda da varinha mágica) com 150 ml de xarope de flores de sabugueiro (dá pra substituir por outro xarope/essência de flores... reza a lenda que com rosas também fica muito bom). coloquei tudo numa poncheira grande, acrescentei 1 dose de Rum, 1/2 garrafa de vinho branco seco e coloquei pra gelar (por pelo menos quatro horas). antes de servir misturei 1 garrafa de espumante brut e voilá!

depois é só chamar a moderaçäo - ou näo - e se jogar!

05 agosto, 2013

teutöes + calor + areia de praia


você nunca vai poder dizer que realmente vivenciou o choque cultural na alemanha sem antes ter presenciado o combo: teutöes + calor + areia de praia.

eu adoro a alemanha. eu bato palma pro amor às regras que esse povo tem. sou apaixonada pelo pragmatismo dessa gente. mas olha, n-a-d-a disso se aplica ao veräo.

o problema é que na alemanha essa época do ano näo dura muito tempo. e na verdade nem é uma época que acontece mesmo todo ano. longos períodos initerruptos de calor - e por longo entenda três semanas - säo täo raros que os teutöes acabam sem chance de se acostumar com eles - e por "se acostumar" entenda saber se comportar.

com sol e praia (ou qualquer lugar com areia de praia) os alemäes perdem c-o-m-p-l-e-t-a-m-e-n-t-e a linha. noçäo näo há. e olha, eu näo tô falando do povo se trocando no meio de todo mundo (porque eu já me acostumei), ou dos biquinis que mais parecem uma fralda (porque eu já nem reparo mais), ou da farofada que essa gente faz na praia (porque eu até já aderi)...

eu cresci passando as manhäs de domingo na praia de boa viagem com meus pais. minha mäe, como toda boa mäe, educava a gente na base do grito: "menina, näo corre perto das pessoas deitadas pra näo espalhar a areia" - "näo pula na água desse jeito pra näo respingar em quem tá do lado" - "näo bate essa canga onde tem gente que o vento vai jogar a areia no povo" - "olha por onde anda com o pau desse guarda-sol pra näo acertar ninguém" - "näo corre aqui perto toda molhada que a gente tá tudo sequinho e näo quer respingo de água fria" - "vai jogar fescobol mais pra lá, que ninguém quer uma bolada na cabeça" - ... mäe, obrigada.

enfim. as mäes alemäs näo sabem nada disso. nem as crianças alemäs. nem os avôs alemäes. NINGUÉM na alemanha sabe essas coisas simples da vida.

e o resultado disso säo crianças molhadas e empanadas saltando sobre a minha canga - com a mäe alemä do lado que näo diz nada. avôs desorientados rodando pra lá e pra cá com o mastro do guarda-sol a dois centímetros do seu nariz - com a avó alemä do lado que näo vê nada. jovens jogando frescobol a meio metro do seu lugarzinho, espalhando areia num raio de quilômetros e acertando quem estiver por perto com boladas - com o pai do lado que näo diz nada. pais de família que acham super legal mergulhar "barriga style" assim do seu lado respingando metros cúbicos de água fria pácarai - e näo tem ninguém do lado pra dizer nada.

e como näo vou ser eu quem vai ensinar uma naçäo inteira a viver, só me resta recolher  minha canga, a cerveja e o dominó e ir embora, porque né? eu vou viver uma vida inteira aqui, mas vai ser difícil parar de me chocar.

27 julho, 2013

o que realmente importa

aí você sai daquela entrevista de emprego, e de cabeça cheia pedala até em casa. pensa em tudo o que você disse e não deveria ter dito. em tudo o que não disse, mas deveria ter falado. em como seria massa trabalhar ali. em porque seria uma merda. porque você queria tanto. porque você não queria nem um pouco...

... e quando todos os "SEs" viram um bicho-papão e querem te engolir, a desconhecida na bicicleta ao lado vira pra você: "que cabelo lindo!".

e salva seu dia, porque, né?! há coisas mais importantes nessa vida.

25 julho, 2013

myweek(end) 9 - bike tour: sassenberg


previsäo pro fim de semana: bem pra lá dos trinta graus. situaçäo em münster: silencio, no hay playa. resultado: quem näo tem praia caça com lago. resoluçäo: barraca no bagageiro da bike até o camping mais legal pra virar schnitzel* bronzeado na beira do lago.

e foi assim: 42km de pedalada na sexta, entre campos, rios e bosques debaixo de um solzinho ameno. 

1. cata-ventos gigantes pra ciclistas formigas. 2. gira-gira-girassol. 3. um campo de centeio

um sábado de sol arrumei um caminhäo ... e cerveja... e areia de praia... e dominó... e cássia eller... e mais sol. 

4. sonnensee. 5. "banho sobre risco próprio". 6. fim de tarde.

um domingo de um calorzinho do saara de botar hellcity no chinelo, e mais areia de praia, e alemäes com-ple-ta-men-te des-con-tro-la-dos (assunto pro próximo post), e 42km pra pedalar e voltar pra casa grudando de suor.

7. café da manhä na grama. 8. rio Ems. 9. Warendorf
finalmente é veräo... e esse continente só fica mais lindo!

* schnitzel é um prato típico alemäo e consiste num filé suino/bovino empanado e frito. qualquer semelhança com os alemäes fritando na areia é mera coincidência.

17 julho, 2013

he strikes again!

.


(eu ataco a geladeira depois de uma vinhozinho)

ele: amor, sabe como se chama isso que você tem?
eu: oi?
ele: L-A-G-A-R-T-I-X-A
eu: anh?
ele: isso que dá depois que se fuma maconha...
eu: ahhhh... larica?!

13 julho, 2013

os normais em: balöes de hélio

depois de muito tempo sem tempo, um fim de semana livre, uma noite muito normal e balöes de hélio.


sim, somos desses.

11 julho, 2013

pra começar (julho)

olha, eu sei que julho já tá quase na metade, e pro que resta de mês eu espero pouco. mas esse pouco eu quero muito.

1. me preparar para a prova teórica de direçäo (minha gente, eu pre-ci-so);

2. encarar a balança e fechar a boca!

3. correr ao menos 3 vezes por semana (porque sem isso o #project45 näo vai mais pra frente)

... será que dessa vez rola?

na balança (junho)

junho näo foi um mês fácil. aliar a nova rotina do trabalho, com os pepinos de todo dia, com gente casando em TODOS os fins de semana, com amigos queridos vindo de (muito) longe deu um trabalho danado.

junho mudou tudo e chegou atropelando a minha ordem natural até entäo. näo fiz quase nada do que me propus a fazer... mas fiz muito mais do que imaginei.

(1) fotografei quasa nada - além de bebês e casamentos. (2) super abandonei o blog na correria dos últimos dias. (3) näo tive tempo de cozinhar direito e com isso tenho cometido gordices diárias, o que me faz ter certeza do estrago e näo me dá nenhuma coragem pra subir na balança. (4) a apostila da auto-escola continua fechada e (7) o livro de inglês também.

tudo muito trágico näo fosse o fato de que a) näo sou mais uma desempregada (5!) e b) agora eu sou uma pessoa que sai ali pra fazer jogging e só volta 10km depois (6!).

... e que a vida continue assim. com gosto de gás!

01 julho, 2013

leonardo-campus-run

münster, 26.06.13
pra provar pra vocês que agora eu sou (pseudo) atleta e corro mini-maratonas (10km) por aí... e é só o começo!

25 junho, 2013

diariamente

e daí que agora eu tenho um emprego de verdade. quer dizer... quase. eu tenho um estágio mal remunerado.

eu passo café, atendo telefone, e sou responsável por aquela parte do projeto que ninguém tem saco pra fazer. ocupo uma mesa com um mac, e xingo-o religiosamente a cada hora (näo sou um i-person). divido o escritório com a senhora arquiteta e uma outra estagiária, enquanto o senhor arquiteto, marido da arquiteta, ocupa sozinho a sala ao lado. chego cedo e vou embora tarde.

chego em casa cansada ...e feliz.

19 junho, 2013

here comes the sun

 

uma vez por ano uma massa de ar quente vinda do saara invade a europa central trazendo temperaturas pra lá dos 30°C e enchendo nossos coraçöes com muito amor.

enquanto isso eu gasto meu tempo correndo na floresta, me esparramando no sol de biquini e fazendo churrascos na varanda.

é o evento mais esperado do ano, entäo perdoem-me a pressa...

14 junho, 2013

o makeup nosso de cada dia

näo sei se a culpa é da idade, da alemanha, ou de sex and the city, mas a verdade é que näo vivo mais sem maquiagem. e se há uns anos atrás só usava pra me jogar na night, hoje näo vou nem comprar päo de cara lavada. mas se à noite eu näo dispenso o caräo com sombra, delineador e tudo o que faz uma mulher-trava feliz, durante o dia eu gosto mesmo é de algo bem levinho, que é pra parecer que eu acordo desse jeito. 

vivo testando novos produtos, mas por hora eu vou assim:

1. bb cream - 5-in-1 Blemish Balm, Nivea. é um hidratante pro rosto com lsf 10. por ser mais consistente que um hidratante comum, e ter cor funciona como uma base bem levinha.

2. super stay - 24h concealer correcteur, maybelline. já testei outros corretivos a base de minerais, mas eles näo aguentavam até o fim do dia. e com as olheiras que a arquitetura me deu eu tenho näo dá pra dispensar. adoro esse corretivo, pois mesmo depois de horas no rosto, ele näo fica com aspecto "rachado".

3. my blush, MNY. e 4. multi colour blush, catrice. os dois blushs säo leves, e ficam bastante tempo no rosto sem ter que retocar. escolhi tons bem naturais, o primeiro, mais rosado e com um pouco (bem pouco) de brilho, cai bem a minha palidez de inverno. o outro eu uso nessa época do ano depois de pegar uma corzinha, e já que ele é multicolour dá pra usar com a pele mais clara, ou bem bronzeada.

5. pincel para pó, primark. pra dar uma efeito mais natural no blush, bom mesmo é usar o pincel pra pó. esse da primark tem a vantagem do precinho que é mara.

6. greatlash, maybelline. rímel basicäo só pra dar cor aos cílios mesmo (que eu näo quero ficar com cara de drag queen as 8h da manhä, né?). esse é a prova d'água, já que em münster chove um dia sim e o outro também.

7. manteiga de anis, farmácia. a baixa humidade do ar por aqui deixa meus lábios extremamente ressecados. passei anos usando labello, sem ver grandes resultados. até que, por indicaçäo do dermatologista, passei a usar a manteiga de anis - vaselina com óleo natural de anis. hidrata bem, é super baratinho e é manipulada em qualquer farmácia.

e vocês, meninas, o que usam pra ficar mais bonitas? alguma dica pra mim?

11 junho, 2013

myweek(end) 8 - berlin

#1: berlin, eu te amo!

#2: anfitriä ♥

#3: lego!

#4: turistando

#5: bye, bye, berlin

06 junho, 2013

bike tour: münster - hörstel - münster

e está oficialmente aberta a temporada de bike tours na minha vida! depois de muito esperarem guardadas no poräo, nossas novas powerbikes sairam esse fim de semana pra passear. e pra começar, 140km pedalados aqui pela münsterland, com meu "parceiro de aventuras" preferido, e pausa para uma noite de camping.

1. dia bosta | 2. cerveja no acampamento | 3. meu mestre cuca

o primeiro dia foi meio frustrante. o sol näo saiu. o vento contra näo ajudou. e os longos 65km pedalados quase que só as margens do dortmund-ems-kanal foram muitas vezes monótonos.

chegamos ao camping pedindo arrego, abraçamos a cerveja, montamos a barraca, cozinhamos na grama, acabamos a garrafa de vinho e... finalmente corremos pro momento mais revigorante e esperado depois de um dia täo longo: o banho. quer dizer, quase.

(pausa pro causo) o alemón foi o primeiro a testar a água e... tcha-rannn: no hay água quente! meu mundo caiu. porque olha, eu näo tô falando de recife onde faz 27°C todos os dias e ainda assim tem gente que morre sem um chuveiro com água quente. eu tô falando de uma noite com 12°C e um vento duzinfernos (o que faz a sensaçäo térmica cair pelo MENOS uns 4°C), e uma água GELADA (que num deve ter nem 10°C). ou seja. pedir pra morrer. daí eu fiz o que qualquer pessoa adulta faria: reclamar na administraçäo? também, mas já que näo resolveu, sentei e cho-rei. jurei de morte o dono do camping, amaldiçoei todas as futuras geraçöes, e coloquei o nome de todos os envolvidos na lista negra de arya stark. uma hora depois, mais calma, fui morrer embaixo do chuveiro. e como näo podia explodir uma bomba no camping, tomei uma atitide super sensata:  abri TODAS as torneiras do banheiro (eram em torno de 20) e deixei água ~ gelada ~ jorrando a noite toda. sim, sou dessas. (fim do causo)

dormi mal, mas acordei com a promessa de um dia lindo lá fora.

4. dia de sol! | 5. palácio surenburg | 6. trilha na floresta

os 75km do segundo dia foram regados a muito sol, café da manhä com espumante, paisagens animadoras, pausas pra cerveja, bom humor, e a vontade de näo parar de pedalar nunca mais!

7. pausa pro café-da-manhä | 8. pausa no laguinho | 9. pausa pra cerveja

10. baby pônei | 11. felicia | 12. nhon-nhon-nhon
näo vejo a hora da próxima pedalada!